Picos(PI), 18 de Agosto de 2018

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Redes subterrâneas dificultam andamento das obras de drenagem da lateral da BR 316
Postado em 17/05/2018 por Jailson Dias
Com isso, Elvon Marton informou que a obra de drenagem tem de seguir de acordo com essas variantes mencionadas
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Chefe de serviços do DNIT, Elvon Marton
Foto: Jailson Dias

As obras de drenagem das laterais BR 316 então andando lentamente. No momento esse trabalho está sendo realizado à direita de quem faz o sentido Centro-Paraibinha, em frente ao Abrigo dos Idosos. Segundo o chefe de serviços do escritório do DNIT de Picos, engenheiro Elvon Marton, isso acontece porque há uma série de variantes que dificultam o rápido prosseguimento dos trabalhos.

“O ritmo tem sido lento, primeiro foi por causa da chuva, segundo encontramos lá um leito rochoso bastante extenso, o que ocasionou atraso. Essa obra tem vários elementos complicadores, tipo: rochas e os estabelecimentos comerciais que tem de ser combinado com eles para não fechar, e encontramos também redes de instalações de água, de esgoto, elétrica, fibra ótica”, explicou.

Com isso, Elvon Marton informou que a obra de drenagem tem de seguir de acordo com essas variantes mencionadas, em especial as redes subterrâneas existentes, que servem a milhares de pessoas. Um único erro e comunidades inteiras podem ficar desassistidas, sem água ou energia elétrica.

A empresa vencedora da licitação que está executando a obra de drenagem é a Unidas, enquanto a pavimentação será realizada pela Multipla Engenharia, bastante conhecida pelas obras realizadas na cidade de Picos.

“A Unidas está seguindo o cronograma e como eu disse a princípio o ritmo reconhecidamente lento é devido a esses problemas que falei, e o engenheiro da empresa, a quem estamos sempre cobrando agilidade, nos garantiu que o ritmo vai voltar a ser mais acelerado, até porque é do interesse deles terminar e receber”, comentou.

Tanto o atual chefe de serviços do DNIT, Elvon Marton, quanto o anterior, Ruberval Isidro, informaram por diversas vezes que a pavimentação das laterais só terá sentido com a realização da drenagem, por onde a água poderá escorrer após as chuvas. Do contrário, esta ficaria empossada corroendo o asfalto, principal motivo para o estado atual das laterais da principal BR que corta a cidade de Picos.

Ladeira de Fátima

Indagado sobre a curva da ladeira de Fátima do Piauí, onde acontecem muitos acidentes, especialmente envolvendo caminhões, Elvon Marton informou que solicitou da Superintendência do DNIT em Teresina os radares e lombadas eletrônicas para controlarem a velocidade dos veículos naquele trecho.

“É uma questão burocrática porque é uma demanda nacional, e tão logo tenhamos esses equipamentos, vamos instalar lá, mas na proposta da Terceira Faixa, ele já vai incluir, independente desse programa nacional de radares e lombadas, uma barreira de concreto, além de uma sinalização específica e ostensiva naquele local”, declarou.

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